Biópsia transperineal
Uma técnica moderna para investigar alterações da próstata, com acesso pelo períneo e planejamento individualizado conforme PSA, exame clínico e ressonância.
Dr. Aritony Menezes | Urologista • Uro-oncologia • Cirurgia robótica

Quando a biópsia pode ser considerada?
A indicação depende da avaliação do urologista e da combinação entre histórico, exames laboratoriais e exames de imagem.
Área suspeita identificada na ressonância
Alteração encontrada no exame da próstata
Suspeita mantida após biópsia anterior negativa
O que é a biópsia transperineal?
A biópsia da próstata coleta pequenos fragmentos de tecido para análise microscópica. Na via transperineal, a agulha alcança a próstata através da pele entre o escroto e o ânus, sem atravessar o reto.
O procedimento é guiado por ultrassom e pode utilizar imagens da ressonância para direcionar amostras a regiões suspeitas. Pode ser realizado com anestesia local, sedação ou outra técnica anestésica, conforme o caso e a estrutura do serviço.

Em quais situações pode ser indicada?
PSA alterado após avaliação de causas benignas e do risco individual.
Ressonância multiparamétrica com lesão que necessita confirmação histológica.
Acompanhamento de pacientes selecionados em vigilância ativa.
Persistência da suspeita clínica apesar de uma biópsia anterior sem câncer.
Como funciona o procedimento?
Avaliação e preparo
A equipe revisa exames, medicamentos, alergias e uso de anticoagulantes, além de orientar jejum e preparo quando necessários.
Anestesia e posicionamento
O paciente é posicionado de forma segura e recebe a técnica anestésica planejada para reduzir dor e desconforto.
Coleta guiada
Com auxílio do ultrassom, a agulha atravessa a pele do períneo para coletar amostras sistemáticas e, quando indicado, direcionadas pela ressonância.
Observação e alta
Após a recuperação, a equipe verifica micção e condições clínicas, entrega orientações e programa o retorno para discutir o resultado.
Entenda a biópsia transperineal
Conteúdo em vídeo poderá ser adicionado pela equipe para explicar preparo, etapas e recuperação.
Características da abordagem transperineal
Menor risco infeccioso
Como a agulha não atravessa o reto, a via transperineal está associada a menor risco de complicações infecciosas.
Amostragem direcionada
Permite combinar coleta sistemática e amostras de áreas suspeitas identificadas na ressonância.
Acesso amplo à próstata
Facilita a avaliação de regiões que podem ser mais difíceis de alcançar por outras vias.
Planejamento individual
Número de amostras, anestesia e preparo são definidos conforme risco, exames e condições clínicas.
Dr. Aritony Menezes
Urologista • Uro-oncologia • Cirurgia robótica
Especialista em diagnósticos avançados e tratamentos minimamente invasivos, unindo precisão, tecnologia e cuidado humano.
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Dúvidas frequentes sobre a biópsia
A análise dos fragmentos por um patologista pode confirmar ou afastar câncer nas amostras coletadas e fornecer informações importantes para o planejamento do cuidado.
A técnica anestésica busca reduzir dor e desconforto. A experiência varia e deve ser discutida com a equipe responsável.
Pode haver desconforto local, sangue na urina ou no sêmen e dificuldade temporária para urinar. Febre, incapacidade de urinar ou piora importante exigem contato imediato com a equipe.
O prazo depende do laboratório. O retorno deve ser programado para interpretar o laudo junto aos demais exames e definir os próximos passos.
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